quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Nunca é tarde para perder

Nao sei se é por estarmos a entrar na recta final do ano, de mais um ano que termina e que passou a voar porque se calhar, ainda assim, nao o soubemos viver tão bem como deveríamos, que me sinto estes dias mais tristonha, mais pensativa, mais cansada da mesmenhice dos dias.
Nao sei mais se valeu a pena tanto esforço em recomeçar a vida de novo aqui. Longe da minha familia, a faltar de forma irremediável ao crescimento da minha little mermaid, a viver so decepções atras de decepções e entretanto se havia estrelas foram-se apagando, ja nem sequer vislumbro as coisas com as quais sonhei la atras.
Adormeceu-me a vontade e a alegria.
(...)

Querida B.

Ha dias bem tristes.
Cada vez que sei que o mundo a tua volta ja te fecha portas aos cinco anos de idade, tenho vontade de chorar com o mesmo Amor imenso como se fosses minha.
Quando a avo me diz que ja nao te alegras nem com um pai natal de chocolate, nem com uma saia de princesa, eu sei que sao as paredes do teu coração pequenino que começam a estar feitas de remendos.
(...)

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Flash

Um dia de ceu azul.


 Belíssimos.



Rapazes valentes.

 A nossa sala de visitas.

 As crianças a espera dos Reis.

O adeus do Rei.

Ate o tempo ajudou

Foi belíssima a recepção aos Reis de Espanha.
De resto eu sou mesmo uma pinga-amor que jamais se ira converter. Ele será sempre, alem de um homem realmente bonito, o Principe que foi buscar a plebeia e contra tudo e contra todos - lembrem-se que ela era alem de divorciada, jornalista - fez dela sua esposa e hoje, Rainha. O amor que nasce na adversidade ja vem do tempo de Jesus cristo e Maria Madalena, mas sao tão poucas as historias de Valentia, que a mim me comovem sempre.
A Rainha estava - como sempre - elegantemente vestida. O Rei brilha por si mesmo, deve ser de longe o mais bonito da Europa.
Importante foi a forma tremenda como os portugueses os receberam, foi a escolha da nossa cidade para esta recepção nobre, sao as relações diplomáticas e económicas que unem os dois países, fortalecidas com este acto.
Os meus momentos preferidos?
O som dos morteiros emociona-me sempre; e o nosso Hino Nacional.
Os cavaleiros em cavalos de um porte majestoso; parecem sempre saídos de um conto de fadas.
O momento mais bonito de todos: quando as crianças correram para a Rainha.
Adorei.

Bom dia Vida

Dia livre.
Ha um sol esplendido la fora. Vou sair e aproveitar a manhã na Baixa, comprar dois ou tres presentes de Natal, espreitar a recepção aos Reis de Espanha, tomar um cafe com a minha Ana no Majestic, tirar duas ou tres fotografias e voltar para casa para descansar durante a tarde. Tenho dois trabalhos de investigação para fazer e as contas de uma lavanderia para por em ordem.
Dia livre, sabe tão bem que custa a acreditar.

sábado, 26 de novembro de 2016

Flash


Espirito da semana.
               
O barulho da chuva a cair la fora, e uma quietude e silencio nos pássaros e nas arvores que avisto aqui da janela, fazem-me almejar um dia inteirinho so para mim, so para ficar sossegada em casa, a ler, a escrever, a dormitar como os bichos.
Por falar em bichos, ando a procura de um gato; esta familia precisa de crescer de novo.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Hoje sentiu-se o Inverno aqui na cidade. De um rigor e intensidade geniais. Muito muito frio logo de manhã, trombas de agua fortes durante a tarde, ao cair da noite ja so apetecia fugir para casa.
Eu tinha muitas saudades disto. De sentir com certa exactidão que algo termina e algo começa na natureza, de entender a necessidade de que aconteça assim. Do banho quente a resgatar-nos, dos pijamas estilo ursa, das mantas, da botija de agua quente. De ficar ainda mais dos livros da casa e de mim.
O terrível nao é o Inverno, ou o frio que se transforma em gelo, nao sao os dias pequeninos a ficarem escuros as quatro da tarde; é so uma estação e ate sabe bem voltar a usar as botas giras e as golas altas, a acender as lareiras e a decorar a casa de forma a ficar mais acolhedora.
O lado grotesco do Inverno, para mim, sao as pessoas. Saber que existe gente a viver na rua, gente que sem recursos precisa de sobreviver a noites tão absurdamente geladas. E eu sei que existem albergues, mas mesmo assim. Ter que dormir num albergue deve ser tão triste e frio como o pior dos Invernos nu.

Flash




quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Da aragem na Foz

Foi como tomar um banho de sal.
Foi ficar perto de mim, foi ficar em paz.
Apertar na mão a bússola dentro do bolso da alma, e seguir caminho.

Em frente, sempre.
Humidade e odor a bosque, a pinho.
Silencio que restaura a nossa fibra interior.
Todos os incontáveis tons do mais romântico Outono.
As arvores de folha resistente, os tapetes de folhas no chao.
Os bichos de Darwin, os mais valentes.
A luz magica do fim da tarde, como um ultimo olhar de quem parte ficando.
E depois o mar.
Como uma costela inteira. Como o colo. Como chegar.
(...)

Flash





Tão bom o dia de hoje.
Foi assim como trazer um bocadinho de calor para dentro destes dias frios e azuis.
Passar o dia com uma Amiga cheia de luz e de cor, caminhar junto ao mar, abraçar o Outono no seu esplendor por todo o nosso parque da cidade, sentir que a Vida nunca se detém.
(...)

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Coisas boas deste Outono-Inverno

Sopas com alecrim e noz-moscada.
Poder trabalhar de manga curta.
A manta que a mae comprou na Serra da Estrela.
Velas da Castelbell; a de manga, jasmin e ylang-ylang.
Chá de hortelã.
(...)

domingo, 20 de novembro de 2016

Da beleza, e da bondade


Hoje ganhei um presente.

Oração pequenina

Obrigado meu Deus, pela chuva.
Por me levantar para ir trabalhar.
Pelo banho de agua quente quando chego a casa.
Por poder regressar a casa.
(...)

Alepo.

sábado, 19 de novembro de 2016

Do meu dia

Impressão de ter saído para a rua vestida do avesso.
Por vezes quando a alma nos fica assim confusa e triste, so precisamos de ficar quietinhos. E em vez de querer tanto ouvir a voz dos outros, guardar silencio para ouvir a nossa própria voz.
(...)

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Assim crescemos; aos 18, aos 25, aos 37 quase 38, acredito que aos 75 e aos 90 também.
Como acabados de nascer, a respirar no meio do choro sufocado.
(...)

Flash

Outono

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Da minha caixa de Pandora

«Sê fiel a ti mesmo, com todos os teus defeitos, com todas as tuas neuras, com os teus pesadelos. 
Aprende a equilibrar a felicidade, a trabalhar mais nos teus sonhos e a trazê-los para a vida real. 
Pratica a arte de te ligares às pessoas que te acolhem, às que estão ao teu lado apesar do teu mau-humor repentino, apesar das tuas incertezas, dos teus percalços, das tuas falhas. 
Caminha ao lado daqueles que te olham por dentro sem se importarem com o que tu carregas no bolso, no banco, no cofre ou na mão.» 
| lya luft |

Da amizade em lume brando

Ontem fui tomar cafe com um amigo que partilha ideologias com o senhor Trump. Fartamos-nos de discutir e de rir também, a isto se chama democracia.
Fiquei azul verde e amarela quando me disse que sao todos iguais e no mesmo saco colocou o Trump e o nosso engenheiro Guterres O God make me good but not yet!.
Conseguiu coincidir comigo em relação ao Obama, que foi um senhor durante todo o mandato (e quase lançamos fogo de artificio por ao menos termos um ponto de vista em comum).
Acabou a dizer-me que eu preciso de arranjar um homem para domesticar (tão machista, tão Trumpista!).
Adoro conversar com ele, discutimos sempre; ha dezoito anos.

4

3

2

Sua majestade, mister Bob (1)

Acho sempre que amar alguém de verdade é nao ter medo, é ser capaz de trilhar caminhos novos, entrar por portas desconhecidas, com vontade e valentia. Todos temos um que de promiscuos, de insanos, de loucos. Amar alguém é nao termos que esconder esse nosso lado, é partilharmos com alegria esse segredo, é sentirmos prazer sem vergonha e sabermos que so por causa disso somos pessoas de uma imensa sorte.
E por cima de tudo, mantermos a nossa limpeza espiritual, a nossa dignidade, a nossa certeza absoluta de que o que nos guia será sempre e apenas o Amor.

17 de Novembro

Faz hoje um ano que fiz o acordo para deixar a minha antiga empresa e que tomei a decisão de fazer a mala e voltar para casa. Nao foi um dia nada fácil mas foi um dos dias da minha vida em que me senti uma mulher realmente grande. Era o meu segundo trabalho, nos dois somados dezasseis anos da minha vida deixados conscientemente para tras. Aquele salario, aquela estabilidade que tanto se almeja, a queima-roupa em cima de portas abertas para uma ascensão; abri mão de tudo isso e assumi o risco de um futuro imprevisível. Tive muito medo.
Mas ca estou eu, como dizem os mais velhos tudo se arranja.
Tem sido um ano especial, difícil mas muito importante. Permiti-me ser desleixada, ser desorganizada, aprendi a ficar sozinha e a perceber que existem ciclos na vida que so se completam quando somos capazes de escolher quem fica, quem entra de novo, quem realmente faz a diferença.
Fui capaz de tomar decisões, tenho tido uma familia a altura das minhas necessidades, tenho a sorte de ter alguns bons amigos.
Escrevo sobre esta data quase como se fosse o meu aniversario, ou a passagem a um novo ano. Acho que acontece assim também quando alguém sobrevive a uma cirurgia complicada. Sentimos que gastamos uma vida para nascer de novo, é isso.
E damos mais valor a nova vida, aprendemos a valorizar o nosso esforço, a nossa preguiça, as horas do nosso dia.
Apostei tudo em ser mais feliz. So ainda me custa muito - muito mesmo - nao estar a acompanhar o crescimento da minha sobrinha. As vezes por ela ainda olho para tras.
E tenho saudades profundas da ilha, mudei de pele la durante oito anos da minha vida, é o meu bocadinho de Africa na Europa. Mas a ilha, tal como o Porto esperou por mim todos estes anos, vai estar sempre a minha espera, e eu vou voltar muitas vezes para longos banhos de mar e fins de tarde luminosos.
Sinto que a parte mais difícil desta escolha ja se cumpriu. O melhor vem a caminho.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Natal em Novembro


Do nosso século

Hello World!
Parece-me incrível que ainda haja quem venda noticias sobre a vencedora Hilary Clinton quando todos sabemos que democraticamente elegeram quem elegeram.
Ha dias que a comunicação social de um pais como o nosso publica diariamente fotos do senhor Pedro Dias, com ar muito reposto e a sorrir, e divulga a sua opinião sobre aspectos actuais da sociedade, como se fosse uma celebridade tão respeitosa que nos interessasse saber o que pensa. E eu penso e repenso sobre aquelas tres pessoas que foram assassinadas, sobre as suas familias e sobre a lei.
Hoje levantei cedo para ir ao mercado do Bolhão.
Realmente aquilo esta muito degradado, recuperar a magia daquele lugar faz parte de manter a identidade desta cidade intacta.
A idade de algumas pessoas que ainda la trabalham, a forma como se vestem (meias grossas ate ao joelho, xailes de lã), a forma humilde e limpa como conversam connosco, o cheiro da fruta (aos anos que nao via maçã com bicho!), a desinibição de quem vende galinhas ou esta a cortar o peixe, a beleza das azeitonas, a folha de louro que se oferece. (...)
Antes dos pais chegarem volto la para comprar produtos da terra.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Sobre o que realmente importa levarmos desta vida

Bom dia Vida

Novembro generoso.
Sao estes os meus dias preferidos no ano. De céu incrivelmente azul limpo, de frio e de um sol que nao vem aquecer o corpo mas sim a alma.
(...)

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Da super lua

Hoje nao fui a varanda espreitar para ver a lua.
Li muitos comentarios sobre o seu aspecto afinal tão comum, ha ate quem diga e afirme a pes juntos contra todos os diagnósticos da ciencia, que ja a viu maior.
Ontem eu nao sabia desta historia toda e lembro-me que mandei uma mensagem a alguém a dizer que a lua estava tão bonita. Vi-a desde uma ruela estreita que me traz de Cedofeita ate ao centro da cidade, pareceu-me enorme e especialmente brilhante. Acho que foi isso, foi no brilho que reparei.
Nao me lembro de ter visto uma lua assim em pleno Outono.
Que bonita estava a lua, na véspera da super lua.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Dia livre

Muita preguiça no lombo, quarenta coisas na agenda.
Ontem passei o dia praticamente ao telefone. Impossível continuar assim, tenho que me organizar e nas folgas desligar mesmo a ficha. Tenho que saber ficar em primeiro lugar, aprender a dizer nao, estabelecer prioridades, organizar os meus dias sem falhar as pessoas que amo mas sem que para isso tenha que falhar a mim mesma. A anemia de que sou portadora obriga-me a descansar como deve ser e eu tenho feito disso uma historia para boi dormir. Assim vou envelhecer mais depressa, vou falir mais depressa, vou trabalhar pior durante a semana a seguir as folgas, vou ficar mais intolerante com tudo e todos, mais e mais cansada e sem brilho na pele e no olhar.
Ha duas coisas que eu preciso aprender ja: a ser paciente e sobretudo a ser organizada.
Crescer doi, afinal.

Da lenda de S. Martinho

Tão bonito o que nos transmite.
Que Homens devem cuidar uns dos outros, e que as recompensas existem.
(...)
O Porto amanheceu debaixo de uma névoa intensa.
Tive tantas saudades disto, de ver a cidade acordar assim como alguém que se desnuda e tem vergonha.
(...)

Da noite no Coliseu

O espectáculo da Mariza foi belíssimo. Fiquei num camarote com um casal estrangeiro que veio a Portugal de propósito para vir ver a Mariza, fico tão orgulhosa dos nossos valores nacionais.
O Fado será sempre um lugar muito especial no universo da musica.
Comoveu-me ate aos ossos ouvir e ver a Mariza a cantar com o filho ao colo; uma mensagem extraordinaria de amor infinito.

Bom dia mundo

Nao sou o tipo de pessoa de achar que os ídolos sao imortais e de ficar incrédula com a noticia da morte de alguém que tinha oitenta e dois anos. Nao sou de ídolos, confesso. Mas se ha duas personalidades no mundo da musica que a mim me dizem muito, sao o Dylan e o Cohen. Ainda um destes dias dei comigo a pensar - a propósito do Premio Nobel - que mais dia menos dia la teríamos que os ver partir deste mundo tão cinzento, tão precisado de gente com Alma. Hoje acordei com a noticia de que ja nunca mais ninguém voltara a fazer o que fez o senhor Leonard Cohen no mundo da musica e das letras. Li a noticia e fiquei um bocado a pensar E se ele tivesse a oportunidade de nos deixar uma musica que falasse sobre esse ultimo instante, o do desprendimento total e absoluto? Wow!, bem provavelmente ele fechou os olhos a pensar nisso Tenho que contar-lhes isto que se sente chegado aqui, numa musica, num poema. Nao o que ele deixou no ultimo álbum lançado ha semanas, em que ja falava da despedida, mas sim o que ele constatou nesse segundo exacto antes de fechar os olhos. Tenho a certeza que o Cohen teria algo extraordinario para contar-nos sobre a morte, ele que sempre falou do amor e da vida como ninguém.
Ha toda uma parte de mim que vai envelhecendo e ficando mais consciente do fim quando me morre alguém como o Cohen, sem duvida.
Fica-me o Dylan.
(...)

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Véspera de dias livres

Hoje vou ate ao Coliseu ouvir a maravilhosa Mariza.
Lavar a alma.
(...)

O crime cansa

Ha uns dias quase fiz uma aposta em como o senhor Pedro Dias se entregava dentro de pouco tempo.
So nao imaginei que fosse insistir numa especie de inocencia delirante.

Das eleições no mundo

Hoje quando sai da cama, ainda nao eram as sete e meia da manha, liguei a televisão e fiquei sentada no sofá em frente a televisão ate perceber que ja estava atrasadíssima para ir trabalhar.
Ontem a noite na conversa com o meu pai ao telefone, falávamos destas eleições e precisamente da possibilidade deste resultado. Tem sido tantas surpresas em diferentes lugares do mundo, a ascensão do Podemos, os colombianos que votaram nao na paz, um homem como Donald Trump na Casa Branca. As sondagens sao apenas uma marioneta da péssima comunicação social que se pratica hoje no mundo. Evidentemente que foi uma escolha democrática, e ate acredito que como todos os pais tiranos vai resolver em cheio algumas questões que de toda a vida so se resolvem com mão dura. Mas um homem que promete erguer muros (contra os mexicanos, portanto contra todos) - mais muros no mundo - foi o escolhido por tantos...
Assombra-me, assusta-me.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

sábado, 5 de novembro de 2016

Da Psiconeuroimunologia

Todos os processos inflamatorios progridem quando estamos mais stressados.
Estudos comprovam que o pico do virus da herpes em jovens ocorre em épocas altas de exames escolares.
(...)

Adenda ao post anterior

Mais frequente na Primavera / Verão, mais concretamente temos o mes de Maio no topo da lista. Porque será que as pessoas se matam mais nesta altura do ano? Uma possível teoria - a primeira que ouvi e que fez sentido para mim - diz respeito a uma sazonalidade que ajuda na passagem ao acto. Na Primavera / Verão temos mais energia, estamos mais capazes de tudo.

"Estive deprimido demasiado tempo, faltou-me a coragem."

Sobre o suicidio

Decima terceira causa de morte no mundo.
A cada quarenta segundos alguém desiste de viver.
(...)

Dos meus dois dias livres

A primeira gripe da epoca.
A Mayza a encher-me o coração de força e ternura; do alto dos cinco anos dela explicou-me direitinho como enfrentar os nossos medos.
Pós-graduação na recta final, so vou ter mais um dia de aulas e em Janeiro avaliações e estagio. Hoje percebi que ja quero que termine.
Comprei a primeira estrela para decorar o nosso natal ca em casa. Comprei umas pantufas para os dias muito frios.
(...)

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Do valor maior das coisas

Hoje comprei o primeiro presente de natal.
Uma caixinha de musica que so custou sete euros e vai fazer a minha irmã mais nova muito feliz.

Flash

Eu preciso de escrever sobre isto

Sobre os meus pseudo-amores falhados.
Todos tiveram algo em comum, todos se assustaram quando apresentei ou representei o primeiro problema, nenhum deles ficou ao meu lado para juntos ultrapassarmos esse primeiro problema. Eu, que devo ser uma rapariga de caracter mesmo muito difícil - acredito que sou - também desisto facilmente, cada vez mais facilmente, dessas pseudo historias felizes.
(...)

Sobre a linha do horizonte

Faltam seis semanas para abraçar os meus pais.
E a minha japoneira esta cheia de botões de flor; vou ter camélias em breve.

Novembro

O mes do meu aniversario.
O mes dos nossos mortos, aqueles que nunca nos morrerão ca dentro. O mes das castanhas, dos agasalhos, de voltar a desfrutar de um bom vinho tinto.
(...)