segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Visita a uma sex-shop

Ja tinha ido uma vez, ha uns anos, com amigas. Rimos imenso, era tão proibido que so poderíamos mesmo ter ido em modo excursão. Depois mais tarde, aqui e ali, ouvi amigas comentar que compraram isto ou aquilo numa sex-shop. Esta semana entrei numa, sozinha. Foi numa hora de almoço, estava completamente vazio. Foi giro porque vi coisas literalmente para todos os gostos, desde o mais horrendo ao mais sedutor e ate mesmo romântico. Funcionários excepcionais, que transformam a loja num local tão banal como a padaria Celeste; e digo isto pela importancia que vejo  em que as pessoas comecem a ver temas como sexo e prazer sem tantos preconceitos ou tabus. Um atendimento personalizado, detalhista, simpático e que nos faz sentir pessoas normais numa loja normal.
Dito isto, lembrei-me de um professor que tive na faculdade, um psiquiatra que apresentava um programa na televisão, a quem foi retirado o programa muito injustamente apenas por ter dito numa das emissões a grande verdade de que ha muitos divorcios por falta de orgasmos. Onde cabe o amor e a ternura, também deve caber o prazer. Um nao implica o outro, mas juntos sao magia pura.
(...)

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