domingo, 7 de agosto de 2016

Ontem no cinema com umas amigas, a ver um filme comum, choraminguei.
As cenas de bondade sempre me comoveram mas ontem percebi que fiquei tão frágil desde o ultimo atropelamento afectivo, que mais do que me comoverem, me destroçam. Quando alguém nos fez tão mal, o balanço da dor faz-se no tempo, com muita paciencia, com grandes doses de aceitação. Por vezes pensamos que aquilo ja passou, parece que nao lembramos sequer que aconteceu. Mas a vida é isto mesmo, a surpresa constante.
(...)

Sem comentários:

Enviar um comentário