terça-feira, 16 de agosto de 2016

Dia livre

Em pleno Verão doentio, gosto ainda mais destas manhãs de névoa tão características desta cidade.
Enquanto tomei cafe fiquei a ver da janela os vizinhos na horta la em baixo, apanhavam belíssimos tomates grandes e vermelhos, a senhora segurava na caixa, que o marido ia enchendo. A cabra berra, todas as manhãs conta a mesma ladainha. As galinhas parecem as mais felizes do mundo. Um gato preto morre de preguiça em cima do telhado de zinco. O sino da igreja canta o 13 de Maio e diz que ja sao as nove.
Parece tudo tão perfeito, tão no lugar certo.
Vou sair para aproveitar a frescura do ar, tomar o pequeno almoço fora num sitio onde me sinto em casa, ler o jornal, fazer quatro coisas na loja do cidadão e no supermercado, e voltar para casa para descansar a tarde inteira. Alguma roupa para passar a ferro, alguns currículos para enviar (nao posso desistir), mas sobretudo descansar.

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