sexta-feira, 22 de julho de 2016

Hoje enquanto fazia uns testes psicotécnicos dei comigo a pensar na sorte incrível que tenho tido ao longo da vida, de como praticamente nao vivi amarguras, nao sofri nenhuma daquelas que serão um dia as perdas mais grandes da minha vida, encontrei sempre pessoas-chave nesta historia do trampolim que nos impulsa para diante, aprendi com pessoas boas e simples e sobretudo mantenho-me uma pessoa corajosa na procura da minha felicidade, muito fiel a nivel profissional, honesta e frontal.
Ontem recebi um email do delegado de uma instituição com quem trabalhei ha quase uma década, que palavras mais bonitas sobre o meu trabalho. Que alguém me defina como "competente e organizada" por tarefas que desempenhei ha dez anos, confesso que me enche de vaidade. Nao era uma instituição, foram cerca de cinquenta e todos me devolvem esta mesma imagem sobre o meu desempenho na articulação que tivemos no passado. Da ilha também me chegam mensagens especiais de antigos companheiros de trabalho que nove meses depois ainda me agradecem a forma como os tratei ao longo de oito anos. Nada importa mais do que a forma como realmente tratamos as pessoas, isso é o que fica quando ja nao estamos e eu procurei ao longo da minha vida profissional ter essa máxima sempre presente na minha forma de actuar. E a vida devolve, devolve mesmo. Porque o que eu tenho encontrado estes dias, sao pessoas boas, profissionais e disponíveis.
Faz toda a diferença.

Sem comentários:

Enviar um comentário