terça-feira, 28 de junho de 2016

Tao, mas tao feliz

Que dia bonito o de hoje; de alguns encontros, de bons abracos, de gargalhadas e promessas de novos reencontros, de pressagios ditos com carinho de quem pede que um dia eu regresse a esta ilha.
O povoado mais charmoso e reservado, casinhas de pescadores, muito silencio, sardinhas deliciosas pescadas esta manha, primeira linha de mar, pedras ceu azul e barcos brancos, um casal de oitenta anos numa casinha branca junto ao mar. Um sol abrasador, a janela da cozinha diante da pia para lavar a loica, enfeitada com um buzio gigante, virada para o mar que canta forte porque ali se vive sobre pedras. A gente mais generosa do mundo. Criancas como peixes no mar, ali vivem ferias de verao inteiras. Um projecto de vivendas para ferias feito com carinho e detalhe. A disponibilidade e a simplicidade. O brilho que tem a gente feliz e a bondade genuina. O valor incalculavel de ver netos crescer, andar descalco, dormir a sesta, pescar e ter uma janela virada ao mar; na casa mais humilde e bonita do mundo.
Sumarenta fatia do Paraiso.

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