domingo, 24 de abril de 2016

Sobre o sismo no Nepal, ha um ano atras

As vezes ponho-me a pensar. De que fibra são feitas essas pessoas que perderam tudo na vida, se nelas ha algo comum a toda esta gente bonita e apressada no metro da cidade. No que que eu, desempregada, longe da família e com mais um óbito amoroso, posso ter em comum com elas.
Perder a família, a casa, o trabalho e no caso das catástrofes também os amigos, os vizinhos e ate mesmo a estrutura de uma cidade, de um pais ou de uma ilha; perder tudo, absolutamente tudo. Alguns ate ficam descalços e esfarrapados porque ja antes da perda, eram pobres. Essas pessoas mais do que sobrevivem, elas vivem. Sempre me impressionou esse limite no ser humano. Mais ate do que a morte, porque ao morrer ja não ha nada para superar.

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