terça-feira, 15 de março de 2016

Quando de repente morre alguém como Nicolau Breyer, percebemos o que significa ficar mais pobre de forma irremediável. O que me comove, são todas aquelas coisas que se repetem na boca dos amigos mais próximos: que ele era um homem generoso e alegre.
Talvez sejam essas as duas qualidades mais grandes no ser humano.
(...)

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