segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Na sexta-feira quando foi lançado o ultimo album do David Bowie, achei curioso que nas redes sociais nao vi nenhuma partilha. Alem de um ou outro meio de comunicacao social, mais ninguem. Vi dois videoclips e confesso que nao gostei. Causa angustia, terror, tudo menos belo.
Acho que o David gostaria de ter sentido a receptividade que convenhamos, um trabalho assim, nessas circunstancias, merece. De resto o mundo despertou para esses videoclips agora, que ele ja nao esta. Mas acho que ele sabia o mais importante: que uma fatia grossa da humanidade em algum momento gostou de ou respeitou o seu trabalho.
Eu gostei muito de um par de musicas, o demais respeitei. Indiscutivel que sera sempre um dos grandes da velha guarda, mas confesso que nao dos meus preferidos. Dezoito meses a lutar por vencer e a ocultar uma doenca, todo esse tempo a criar algo para deixar aos seus fas; acho de muita nobreza interior.
As redes sociais nao falham nestes acontecimentos; e embora me cause certa confusao tanta idolatria, de certa forma esta muito bem que seja assim.
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O nosso Cristiano la viu o Messi ganhar mais um balao de ouro, e convenhamos que merecido.
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E por fim, que para mim sim é a noticia do dia, a ajuda humanitaria chegou a Siria. Nao podemos imaginar o que por la se vive; gente que comeu caes e gatos da rua e ja nao sobram mais bichos, meninos e meninas ha varios dias sem comer nada... a miseria mais grande do ser humano.
Lembro-me que nos tempos em que trabalhei na accao social uma vez li um relato de uma historia em que uma menina africana quando chegada a Europa perguntava porque que a mae tinha morrido de fome se havia afinal, tanta tanta, comida no mundo.
Temos tantas respostas para dar.

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