quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

"Aunque parezca contraditorio, un canario se ahoga cuando no ve el mar."

Foram precisos oito anos a viver aqui na ilha, para saber, para sentir como eles.
Sao tantas coisas grandes que se leva na alma, uma delas é o mar, ficamos feitos de mar para sempre.
Esta manha fui fazer uma sessao de reiki - talvez a ultima - e a Esther brindou-me com um verdadeiro festim de oleos, deixou-me o corpo leve e perfumado. Durante aquela hora fiquei ali de olhos fechados, so a ouvir o mar, que fica do outro lado da rua. Como se do seu sal e da sua espuma se adentrasse naquela sala e participasse da cura. De vez em quando descentrava-me do mar para viajar na voz dos monges budistas, dos cuencos de metal, do som do vento, bem baixinho a entoar na sala de massagem.
Comprei Palma de Rosa em oleo, para todos os dias usar uma gota no pulso; acalma as emoções.
Foi esta noite que tive insonias pela primeira vez desde que tomei a decisao de ir embora. Nao vai ser facil.
Vou precisar de muita inspiracao, e que nao me falte o mar.
(...)

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