quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Carta aos meus mortos

Queridos avô Albano, avó Teresa, tio Rui, tenho muitas saudades vossas. Nao sei se foi por causa do passeio que dei ontem pelo campo, se é por estar tao fechada em mim, que sinto de forma profunda a vossa ausencia.
É verdade o que disse o psiquiatra, quem morre nao sao os outros, quem morre somos nós.

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